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sábado, 4 de fevereiro de 2012

A BIBLIA COMPROVA A INTERCESSÃO DOS SANTOS?


A BIBLIA COMPROVA A INTERCESSÃO DOS SANTOS?

 Caros amigos,sabemos muito bem que nossos irmãos protestantes e até mesmo alguns católicos desinformados contestam a verdade de fé que é a intercessão dos santos,de Nossa Senhora e dos anjos.
  Essas pessoas dizem que ´´não está na Bíblia``,mas através da Bíblia eu provo que a intercessão dos santos existe.Eu tenho três passagens da Bíblia que mostram isso,mas destacarei apenas uma.Vamos lá?

 ´´E veio outro anjo junto ao altar com um incensário de ouro.Foi dado ao anjo muito incenso,para colocar junto das orações de todos os santos ,junto ao altar de ouro,que está diante do trono.E a fumaça do incenso com todas as orações dos santos subiu das mãos do anjo até Deus.``Apocalipse 8,3-4 

  A intercessão dos santos é uma verdade de fé declarada pela Igreja Católica desde o inicio do Cristianismo.Com o exemplo dos santos nos comovemos,pois eles são o exemplo perfeito de verdadeiros cristãos e cristãs.Fiquem com Deus caros amigos,e com a bênção de São José,patrono da Igreja.   Além disso,outras passagens bíblicas que comprovam a existência da intercessão dos santos está em Apocalipse 6,9-11 e Apocalipse 7,13-14.Portanto,quem diz que a intercessão dos santos não existe porque não leu na Bíblia deve procurar nesses trechos do Apocalipse que acabei de descrever.Inclusive,nesse exato momento lá no céu algum anjo deve estar queimando esse incenso que o Apocalipse 8,3-4 descreveu com as orações de todos os santos,que estão intercedendo por nós diante de Cristo.

fonte: http://catolicismosemsegredo.spaceblog.com.br

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Se Pedro é a Pedra, por que Paulo diz que a Pedra era Cristo?


- Como Pedro pode ser a pedra mencionada em Mateus 16,18 quando Paulo, em 1Coríntios 10,4, diz que a pedra era Cristo? (Anônimo)
Apenas porque um símbolo é usado de uma forma particular em uma passagem não significa que ele não possa ser usado diferentemente em outra. Abraão é chamado “pedra” em Isaías 51,1, mas em 1Coríntios 10,4, Cristo é a “pedra”. Jesus diz que Ele mesmo é “a luz do mundo” (João 8,12), mas no Sermão da Montanha Ele usa a mesma imagem para indicar os seus discípulos (Mateus 5,14).
Em 1Coríntios 3,11, Paulo diz: “Ninguém pode colocar outro fundamento diferente daquele que já está colocado: Jesus Cristo”. Mas em Efésios 2,19-20, Paulo diz que a Casa de Deus, a Igreja, foi construída sobre “o fundamento dos Apóstolos e dos Profetas, com o próprio Cristo Jesus como pedra angular”.
Em João 10,11, Jesus chama a si mesmo de “Bom Pastor”, mas no final do Evangelho de João Ele confia a Pedro o Seu rebanho, implicando que Pedro também é Pastor (João 21,15-17). O mesmo vale para Atos 20,28, onde Paulo, dirigindo-se aos líderes da Igreja de Éfeso, pede que pastoreiem o rebanho de Deus.
O princípio que ocorre em cada uma dessas passagens permite que outras pessoas compartilhem da obra de Cristo de uma maneira particular. Cristo é o fundamento primário da Igreja, porém os Apóstolos compartilham disto; Jesus é o Pastor da Igreja, mas os Apóstolos e seus sucessores também são pastores de um modo secundário (Efésios 4,11; 1Pedro 5,2-4).
Assim, o fato de Jesus ter constituído Pedro como a pedra terrestre sobre a qual a Igreja seria fundada não contradiz o fato de que Cristo é a derradeira Pedra celestial. A solidez da “pedra” de Pedro é dependente do fundamento de Cristo; mas esta dependência não torna a solidez de Pedro menos real. Na verdade, torna esta regra – a de que Pedro é pedra – totalmente mais segura.

O ROSÁRIO É BÍBLICO?


A intenção do texto não é esgotar a teologia em torno do Rosário, mas apenas demonstrar superficialmente que não existe oposição entre esta devoção e a Palavra de Deus, como julgam alguns hereges.
Vários protestantes têm uma grande pulga atrás da orelha com o rosário. “Como é antibíblico!”, dizem eles. Pois bem, é hora de analisar o Rosário e ver o que a Bíblia tem a dizer sobre este assunto.
O Rosário é uma coleção de orações individuais:
1 – O Credo
2 – O Pai-Nosso
3 – A Ave-Maria
4 – Glória
5 – Salve Regina
1. O Credo Apostólico
“Creio em Deus-Pai, todo-poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pela Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia. Subiu aos céus e está sentado à direita de Deus-Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.”
Este é um dos credos mais antigos que se conhece. Foi inicialmente usando pelos cristãos de Roma. Não há nada antibíblico nele. A única coisa que alguém poderia objetar seria a expressão “creio…na Santa Igreja Católica”. Bem, a primeira pessoa a utilizar a expressão “Católica” (palavra grega para “geral, universal”) foi Santo Inácio de Antioquia em sua carta aos Esmirnenses. Ele morreu em 107 A.D., o que nos faz tirar a lógica conclusão que tal designação para a igreja já era utilizada desde antes. Ele utilizou este termo para diferenciar a Igreja fundada por Cristo e pelos apóstolos das outras igrejas e filosofias heréticas que estavam aparecendo.
2. O Pai-Nosso
Bem, nada de antibíblico aqui. Sem comentários mais.
3. A Ave-Maria
“Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre, Jesus. Santa Maria, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém”.
Isto coloca um bom problema aos protestantes. Porquê? Veja o que a Bíblia diz sobre isso (versão KJV):
“E o anjo veio sobre ela, e disse, Ave, tu que és grandemente favorecida, o Senhor está contigo. Bem-aventurada és tu entre as mulheres”. (Lc 1,28)
São Jerônimo, um dos primeiros Pais da Igreja, traduziu a Bíblia grega para o latim, e a melhor forma de traduzir para o latim a forma “grandemente favorecida” foi “gratia plena”, que significa “cheia de graça”. Isto denota muito bem o estado de Maria, “cheia de graça”, sem pecado.
Desta forma, a primeira parte da Ave-Maria não deixa problema algum. E quanto à segunda parte?
Santa Maria? É esperado que, sendo Maria a mãe do “Santo dos Santos”, ela seja também uma pessoa santa. Isto não pode ser problema para os protestantes, que acreditam que todos os cristãos são santos, de uma forma ou de outra, no mínimo.
Mãe de Deus? Maria é a mãe de Jesus, certo? Jesus era uma pessoa divina com uma natureza divina e humana. Maria “assim como fazem todas as mães” deu a luz à pessoa, não à natureza. E a qual pessoa ela deu à luz? Uma pessoa divina. Logo, Maria é a mãe de Deus.
Rogai por nós, pecadores? Pedimos que Maria ore por nós. Mas ela não está morta? Não de acordo com a Bíblia (Mc 12,26-27; Mt 27,52-53).
Nós devemos orar pelos outros, diz Tiago (Tg 5,16). Ora, mas Jesus não é o único mediador? Sim, assim como Ele é o único rei, o único Senhor, o único sacerdote, etc…E enquanto partilharmos deste seu sacerdócio e reinado, também partilhamos desta única mediação.
Agora e na hora de nossa morte? Oh-oh!, como Maria sabe quando morreremos? Bem, ela possui a visão beatífica (1 Cor 13:12; 2 Pd 1:4), e além do mais, não existe época no paraíso, somente eternidade e, portanto, nem Maria ou os anjos estão sob o limite do tempo e por isso podem ouvir todas as nossas orações.
4. Glória
“Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre. Amem”.
Pequena e linda oração. Ninguém reclame dela.
5. Salve Regina (Salve Rainha)
“Salve Rainha, mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa. Salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva. A vós, suspirando, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Ei-a pois, advogada nossa, esses vossos olhos misteriosos a nós volvei. E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus. Bendito é o fruto do teu ventre. Ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre virgem Maria. Rogai por nós, santa mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo”.
É bem complicado, vamos com calma.
Rainha? Considere que Jesus, Rei dos Reis, nunca foi casado. Se um rei não possui esposa, quem, portanto, é a rainha? Sua mãe! E isto se aplica aqui.
Vida, doçura e esperança? Isto diz respeito à mediação de Maria, assunto que não abordaremos neste texto pela sua natureza mais profunda. Chamamos Maria desta forma porque ela é a causa, estritamente na forma subordinada “claro”, da nossa salvação, vida, doçura e esperança (que é Jesus).
Vossos olhos misericordiosos? Maria, como imaculada, tem misericórdia de seus filhos. Lembrando que todos somos seus filhos. Ela é nossa mãe, porque somos parte do corpo de Jesus, nascido de Maria.
Clemente, piedosa, doce? Quem nega que a mãe de Jesus é clemente? Ou piedosa? Ou doce? Minha mãe (carnal) é! Quanto mais com um filho como Jesus, o filho de Deus!
Como vimos, são várias orações. Claro, existem entre nós questões sobre o rosário, como apontam alguns quando dizem que Jesus nos recomendou não rezar em “vãs repetições” como fazem os gentios (Mt 6,7).
Mas notem todos que Jesus não condena as repetições, somente as que são “vãs”. Se nós condenamos católicos bêbados, não estamos condenando todos os católicos que bebem e nem significa que todos os católicos “são” bêbados. Isto somente significa que aqueles católicos que “estavam” bêbados são condenados. Aqui é a mesma coisa. Jesus disse para não rezarmos as repetições “que são vãs”, ou sejam, de nada adiantariam. E porque o rosário não é incluído nestas “vãs repetições”? Porque nele nós meditamos os mistérios da vida, morte e ressurreição de Cristo, e isto nunca será “vão”. A Ave-Maria somente é a base para todos estes mistérios. Nunca se acreditou que se consegue alguma coisa com uma certa quantidade de orações. O Rosário bem recitado é aquele bem meditado, com concentração. Onde as palavras não são somente balbuciadas, mas rezadas com fé.
Então, da próxima vez que alguém se dizer um cristão, pergunte como honra a Maria. Se disser “não, obrigado, não sou idólatra, somente honro a Jesus”, pergunte então porque a Bíblia nos pede para honrarmos os santos (1 Pd 1,6-7), e porque Maria é tão “grandemente favorecida”.
“Doravante, todas as gerações me proclamarão bem-aventurada” (Lc 1,48).

ORAÇÃO OU REZA?


Oração ou Reza?Quantas vezes você já não ouviu esse paralelo ignorante que alguns protestantes fazem em relação a essas palavras? Quantas vezes você já não foi questionado a respeito de seu uso e desuso e, por fim, quantos de nós católicos também caem nessa falácia de que uma difere e profana a outra. ESTUPIDEZ e IGNORÂNCIA. Veremos que isso nada tem haver com que uma grande parte da população atual menciona como certo e errado.
Vermelho ou encarnado? Um termo vale o outro, com a diferença de que “vermelho” é da língua literária, “encarnado” da língua popular. Igualmente, “oração” é palavra clássica, ao passo que “reza” é da língua caseira. Mas o mesmíssimo significado: A elevação da mente e do coração a Deus, para o adorar, agradecer e pedir-lhe as graças de que necessitamos. É somente isto a vontade de Deus, não lhe interessa o som das palavras, diferentes nas várias línguas.
Isso vale aqueles que, destituídos de um mínimo de cultura ou honestidade intelectual, fazem das duas palavras, “oração” e “reza”, um cavalo de batalha. “Nós oramos os católicos rezam: logo, os católicos estão errados”. Os desinformados e/ou desonestos precisam saber que “oração” “orar” (sem necessidade de remontar ao hebraico “Or” (Luz)), são palavras originadas do latim, língua de Roma e, portanto, língua legítima da Igreja Católica: (Oratio , orare). Até a aparição dos primeiros protestantes (1520), foram de exclusividade nossa, na liturgia da Igreja Ocidental. Querer vender-nos o que é nosso é crime de estelionato!
Sendo um pouco mais específico Orar vem do latim orare; e rezar, do latim recitare, que também deu em português recitar. Já em latim, os verbos orare e recitare têm sentidos muito próximos: o primeiro significa “pronunciar uma fórmula ritual, uma oração, uma defesa em juízo”; o segundo, “ler em voz alta e clara” (portanto, o mesmo que em português recitar). Entretanto, para orare prevaleceu na latinidade e nas línguas românicas o sentido de rezar, isto é, dizer ou fazer uma oração ou súplica religiosa (cfr. A. Ernout–A. Meillet,Dictionnaire étymologique de la langue latine — Histoire des mots, Klincksieck, Paris, 4ª ed., 1979, p. 469). Nós, católicos, damos ao verbo rezar um sentido bastante amplo e genérico, e reservamos a palavra oração mais especialmente — mas não exclusivamente — para os diversos gêneros de oração mental, como a meditação, a contemplação etc. Não há razão, portanto, para fazer dessa ligeira diferença, comum nos sinônimos, um tema de disputas.
Os protestantes, entretanto, salientam a diferença por dois motivos. Primeiro, porque para eles serve de senha. Com efeito, acentuando arbitrariamente essa pequena diferença de matiz entre as palavras, eles utilizam orar em vez de rezar, e assim imediatamente se identificam comocrentes (como diziam até há pouco) ou evangélicos (como preferem dizer agora). Isso tem a vantagem, para eles, de detectar entre os circunstantes os outros protestantes que ali estejam. É um expediente ao qual recorrem todas as seitas dotadas de um forte desejo de expansão, como é o caso dos protestantes no Brasil.
Por outro lado, a oração, para os protestantes, não tem o mesmo alcance que para nós, católicos. Enquanto para nós o termo oração engloba todos os gêneros de oração — desde a oração de petição até as orações de louvor e glorificação de Deus — os protestantes esvaziam a necessidade da oração de petição, que para eles tem pouco ou nenhum sentido. Com efeito, como nós, católicos, sabemos, a vida nesta Terra é uma luta árdua, em que devemos pedir a Deus em primeiro lugar os bens eternos, e depois os bens terrenos de que temos necessidade. É o que ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo.
Até ontem, quando a Missa era em latim, assim como ainda hoje em boa língua portuguesa, o termo clássico era de uso comum, esses ignorantes deveriam verificar entre qualquer Igreja Católica, durante a Missa e ouvirão, mais de uma vez, o convite do celebrante: “Oremos!” E, uma vez o solene: “Orai irmãos para que nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai, Todo Poderoso”. Dizer que a Igreja não ora é no mínimo preguiça de pesquisar a verdade, a Igreja nunca fez distinção entre uma coisa e outra, pois via e continua a ver o mesmo significado em ambas as palavras, o que sempre foi real, os santos e santas que nos antecederam assim já nos demonstravam:
“Depois que ficava em oração, via que saia dela muito melhorada e mais forte.” Santa Teresa d’Ávila
“Assim como necessitamos continuamente da respiração, assim também temos necessidade do auxílio de Deus; porém se queremos, facilmente podemos atraí-lo pela oração.” São João Crisóstomo
“Ora et Labora!”Reza e trabalha! São Bento
“Sabe viver bem quem sabe rezar bem.” Santo Afonso Maria de Ligório
“A oração consiste em tratar a Deus como um pai, um irmão, um Senhor e um Esposo.” Santa Teresinha
“Quem começou a rezar não deve interromper a oração, em que pesem os pecados cometidos.”
“Com a oração poderá logo soerguer-se, ao passo que sem ela ser-lhe-á muito difícil. Não deixe que o demônio o tente a abandonar a oração por humildade” Santa Teresinha
Podemos perceber então que tal distinção não fazia e nunca fez parte da vida religiosa dos santos e santas da Igreja, como então continuarmos com esse paralelismo que, até entre os católicos hoje existe? Basta parar de acreditar na primeira besteira que se ouve e buscar a Sabedoria da Igreja de dois mil anos, que tem todas as respostas necessárias.
Ainda neste contexto perceberemos que nem mesmo o Catecismo da Igreja Católica difere uma coisa da outra, pois ao utilizar ambas demonstra que não existe e nunca existiu diferentes significados, podendo assim serem usadas sem problema algum de cometer um dito “erro”, vejamos:
“A Oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus nos bens convenientes. De onde falamos nós, ao rezar?…” CIC 2559
“[...] Os Salmos alimentam e exprimem a oração do povo de Deus como assembléia, por ocasião das grandes festas em Jerusalém e cada sábado nas sinagogas. [...] Rezados e realizados em Cristo, os Salmos são sempre essenciais à oração de Sua Igreja.” CIC 2586
“A oração não se reduz ao surgir espontâneo de um impulso interior; para rezar é preciso querer. Não basta saber o que as Escrituras revelam sobre a oração; também é indispensável aprender a rezar, E é por uma transmissão viva (a Sagrada Tradição) que o Espírito Santo, na ‘Igreja crente e orante’, ensina os filhos de Deus a rezar.” CIC 2650
Fica evidente então a Sabedoria da Igreja e a Verdade que nela, através de Nosso Senhor, se expressa. Em outra Crítica protestante acerca da prática de tais palavras veremos, a seguir, o cuidado que devemos ter.
A CRÍTICA PROTESTANTE A RESPEITO DAS PALAVRAS REPETIDAS
Para sustentar que “não devemos orar repetidas vezes”, os protestantes, como diz a missivista, apelam para a Bíblia. Provavelmente se referem ao Evangelho de São Mateus (6,7): “Nas vossas orações, não queirais usar muitas palavras, como os pagãos, pois julgam que, pelo seu muito falar, serão ouvidos”.
A interpretação deste texto de São Mateus não é entretanto a que os protestantes lhe dão. Ele significa simplesmente que a eficácia da oração não decorre da loquacidade, mas sobretudo das boas disposições do coração. As disposições sendo boas, em princípio, quanto mais se reza, melhor! E o próprio Jesus Cristo Nosso Senhor deu o exemplo de uma oração longa e repetitiva no Horto das Oliveiras, quando, prostrado com o rosto em terra, rezou por mais de uma hora, dizendo: Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice; mas não se faça a minha vontade, e sim a vossa (cfr. Mt 26, 39-44; Lc 22, 41-45).
Quanto à necessidade da insistência na oração, no Evangelho de São Lucas (11, 5-8) se lê a impressionante lição do Divino Mestre: “Se algum de vós tiver um amigo, e for ter com ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, porque um meu amigo acaba de chegar a minha casa de viagem, e não tenho nada que lhe dar; e ele, respondendo lá de dentro, disser: Não me sejas importuno, a porta já está fechada, e os meus filhos estão deitados comigo; não me posso levantar para te dar coisa alguma. E, se o outro perseverar em bater, digo-vos que, ainda que ele se não levantasse a dar-lhos por ser seu amigo, certamente pela sua importunação se levantará, e lhe dará quantos pães precisar”.
A reiteração de nossos pedidos a Deus deve pois chegar a esse ponto da importunação, segundo o conselho do mesmo Nosso Senhor. E por aí se vê como os protestantes, abandonando a sabedoria da Igreja e arrogando-se o direito ao livre exame, se afastam da reta interpretação das Sagradas Escrituras, fazendo ilações lineares, sem levar em conta outras passagens sobre o mesmo tema, o que é indispensável para chegar ao verdadeiro sentido de todas elas.
Que possamos com esta elucidação parar de fazer esse paralelismo errôneo e protestante e de uma vez por todas também aprender a nos defender nesta questão de fé, sempre com a caridade e piedade cristã que nos é lícita mas sem nunca deixarmos de anunciar a Verdade a nós revelada.
Que Nosso Senhor sempre vos Ilumine e que vosso coração sempre tenha espaço para a Santíssima Virgem Maria!

As acusações infantis dos protestantes “modernos”.


As acusações infantis dos protestantes "modernos"


"O culto as imagens que vocês chamam de veneração não existia na Igreja Primitiva, mas foi incluído após a paganização por Constantino".(anônimo)
Sabemos que tal acusação já foi refutada bilhões de vezes, por isso não entrarei em argumentos, mas mostrarei fatos que demonstram o desconhecimento histórico dos hereges protestantes.

CONTRA FACTUM, NON EST ARGUMENTUM !



A Igreja primitiva tinha sim uma grande veneração pelas imagens prova disso são as Imagens contidas nas Catacumbas Romanas dos primeiros séculos.
Trago novamente as fotos das Catacumbas dos Primeiros séculos,vejam que os primeiros Cristãos usavam as imagens e isso séculos antes de Constantino!


Lá encontraremos várias Imagens:


Imagem de Maria mostrando a veneração dos primeiros Cristão a Santíssima Virgem.





Encontramos a Imagem do Batismo onde uma Criança está sendo batizada.



Encontramos a Imagem dos Cinco Santos, mostrando a veneração na Igreja Primitiva.







A Imagem "Cristo o Pastor", onde mostra claramente que os primeiros Cristãos usavam imagens.









Vemos também o "cubículo dos sacramentos" onde vemos que os primeiros Cristãos celebravam a Eucaristia.

Vejam mais uma representação da Eucaristia na primitiva Igreja







Outra imagem do "Cristo bom Pastor".








Imagem da primitiva "Capela dos cinco Santos"

A imagem de Cristo com os Apóstolos e a fração do pão.A imagem "O orante".





















Imagem de "São Sisto" o sétimo Papa depois de Pedro.
Temos também o Mograma De Cristo.




E a âncora.




























O Primeiro e segundo século do Cristianismo é um testemunho arrasador contra o                      protestantismo!

E pra terminar vejam que nem todo protestantes são esse "poço de ignorância".

Os links abaixo mostram que existem Igrejas protestantes, aquelas mais tradicionais que utilizam imagens sem nenhum problema.





Ao lado temos o altar da Catedral Anglicana de Cristo e de Santa Maria, em Liverpool, Reino Unido e abaixo mais detalhes do mesmo altar.



Altar da Igreja Anglicana com muitas imagens de Santos.











Percebam ao lado os vitrais com imagens de Santos da Catedral Calvinista de São Pedro, Genebra Suíço:






Vejam ainda:


A ao lado é da Catedral de Santo Egídio- Igreja Mãe do Presbiterianismo- Edimburgo.






Ainda na Catedral Calvinista de Edimburgo, as imagens com mais detalhes:










E agora duas Imagens importantes:




Ao lado temos a Imagem de John Knox na Catedral de Edimburgo








E quem diria...



A Imagem de Martinho Lutero na Catedral Luterana São Nicolau- Helsink







Vemos que os protestantes mais tradicionais mantiveram as imagens.Essa "birra" contra imagens é coisa dos protestantes mais modernos que fazem de tudo para protestar contra a única Igreja de Cristo. estão desorientados nos que protestam!

sábado, 29 de outubro de 2011

Respostas para protestante sobre a Igreja



1) Em 320 foi introduzido o uso de velas, que é um hábito pagão:
- Esta afirmação mostra total ignorância da Bíblia. Desde o AT as velas são utilizadas na liturgia.
- Elas são utilizadas no templo: "Farás um candelabro de ouro puro... Far-lhe-ás também sete lâmpadas. As lâmpadas serão elevadas de tal modo que alumiem defronte dele" (Ex 25,31.37). Outros:  1Rs 7,49; 2Cr 4,7.20; Jr 52,19. 
Na Igreja:
- Será que nas catacumbas, os cristãos usavam luz elétrica?
- A vela é luz, símbolo de Cristo. Ela se consome iluminando, como Cristo deu a sua vida, e todos os cristãos são chamados a consumir sua vida para iluminar o mundo (Mt 5,14).
Mt 5,15: O Senhor se refere à luz que brilha sobre um candeeiro.
Ap 1,13; 2,1: Cristo aparece entre candelabros. 


2) Em 375 foi instituído o culto aos santos e anjos:
- Já nas catacumbas de Roma aparecem as imagens feitas pelos primeiros cristãos.Confira no vídeo abaixo.


3) Em 394 foi instituída a missa:
- A Missa foi instituída por  Nosso Senhor Jesus Cristo, na última quinta feira de sua vida mortal, conf. Mt 26,28; Mc 14,24; Lc 22,20; 1Cor 11,25. Aparece entre os primeiros cristãos, inclusive é citada nos Atos dos Apóstolos: "No primeiro dia da semana, tendo-nos nós reunidos para a fração do pão..." (At 20,7). E Fazia parte do primeiro Catecismo cristão: "Reuni-vos no dia do Senhor para a fração do pão e agradecei (celebrai a eucaristia), depois de haverdes confessado vossos pecados, para que vosso sacrifício seja puro."
- O primeiro a usar a palavra Missa no sentido atual foi provavelmente S. Ambrósio (+ 397) na epístola 20,4. S. Agostinho (+ 430) escrevia: "Eis que após o sermão se faz a missa (= despedida) dos catecúmenos; ficarão apenas os fiéis batizados" (serm. 49,8).

4) Em 431 foi instituída o culto a Virgem Maria:
- Ora, o culto a Maria é bíblico. Nós repetimos na Ave-Maria as palavras do Arcanjo Gabriel. É só ler Lc 1, 26ss...
E a proclamamos bem-aventurada...(Lc 1, 45.48).
- Concílio de Éfeso em 431 declarou-a "Theotokos". mãe de Deus. Verdade que era crida desde os primórdios da Igreja.

5) Em 500 o uso da roupa sacerdotal:
- Os paramentos litúrgicos são bíblicos: “as vestes de cerimônia para o serviço do santuário, e os ornamentos sagrados para Aarão, como o Senhor havia ordenado a Moisés.”(Ex 39,1); 
“Fizeram-se túnicas de linho, tecidas, para Aarão e seus filhos;” (Ex 39,27).

6) Em 528 a extrema unção:



- “Está alguém enfermo? Chame os sacerdotes da Igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor.” (Tg 5,14).

7) Em 593 a doutrina do purgatório:
- Provas bíblicas:  Mq 7,8-9; Mt 12,32; Mt 5,25-26; 1Cor 3,15
- Quem tem poder de "ligar e desligar", é que definiu a doutrina que sempre foi crida. Como já disse a data é para por fim à discussão, pois a doutrina é considerada absolutamente certa e imutável. E a Bíblia está cheia de passagens alusivas à purificação pós-morte (=purgatório). Mais um esclarecimento: Não é a palavra que interessa, mas é o conceito o seu significado que é bíblico. (Poderíamos perguntar aos protestantes: Santíssima Trindade é verdade? Esta palavra não está na Bíblia, e daí?).
- O dogma foi promulgado em 1274.

8) Em 600 os serviços feitos em latim e rezas dirigida a Maria:
- O latim é tão importante que foi uma das 3 línguas em que foi escrita a causa da condenação de Jesus e colocada na sua cruz (Jo  19,20).  Assim no Oriente o rito litúrgico continuou com o grego como língua oficial. No ocidente (Roma), o grego foi cedendo lugar ao Latim, até que no quarto século, a Igreja de Roma foi definitivamente latinizada (cf. A. G. Martimort ed; La Chiesa in preghiera, Collegeville, 1992, I, p. 161-165).



9) Em 606 Bonifácio III se declara Bispo Universal, ou Papa:
- O primeiro papa foi Pedro instituído por Jesus(Mt 16,16-19).  Antes de Bonifácio III (606-607) houve 65 papas !!!

10) Em 706 a obrigatoriedade de se beijar os pés do Bispo Universal:
- Onde ? Qual documento ?

11) Em 786 foi introduzida a adoração a imagens e relíquias:
- Deus não se contradiz. Se Ele proibisse fazer imagens, como Ele mesmo mandaria fazer em Ex 25,28; Ex 26,1; Nm 21,8... ???

12) Em 850 foi introduzido o uso da água benta:
- A aspersão de purificação também existe deste o AT -  Nm 19,17ss);
- Na Igreja é ousada desde os primórdios, em correlação com o Batismo. o Batismo é um sacramento; a água benta é um sacramental);
- Onde os protestantes arranjaram esta data? Qual documento?

13) Em 890 o culto a José:
- O culto aos santos remonta aos primórdios da Igreja, como atesta o historiador Eusébio de Cesaréia: "Igualmente o trono de Tiago, o primeiro a receber do Salvador e dos apóstolos o episcopado da Igreja de Jerusalém e freqüentemente nas Escrituras é designado como irmão de Cristo (Gl 1,19; 1Cor 15,7; Mt 13,55), foi conservado até hoje e os irmãos da região sucessivamente o cercaram de cuidados. Deste modo realmente demonstram a todos a veneração que os homens de outrora e os atuais dedicavam e ainda dedicam aos homens santos, porque amados de Deus. Eis o referente a esta questão." (Eusébio de Cesaréia, HE VII,19. 375 DC).



14) Em 993 a canonização dos santos:
- As referências aos santos estão profusamente assinaladas nas Escrituras. São inúmeras passagens: Lc 1 ,70; At 3,21; Rm 1,7; 8.27; 1Cor 7,14 ...etc...etc..

15) Em 998 o jejum as sextas feiras e na quaresma:
- O jejum é bíblico:  “Podem porventura jejuar os convidados das núpcias, enquanto está com eles o esposo?” (Mc 2,19). Outros: Mt 17,20; At 27,9.33...) 



16) Em 1003 foi instituída as festas dos fiéis defuntos:
- Desde o Antigo Testamento já havia o costume de se rezar pelos mortos(2Mc 12,46)...



17) Em 1076 o dogma da infalibilidade da igreja
- Qual o documento? O que sabemos é que a infalibilidade da Igreja se fundamenta na Palavra do Senhor, claríssima: “as portas do inferno não prevalecerão contra ela.“(Mt 16 ,18).



18) Em 1079 foi decretado o celibato sacerdotal por decreto de Bonifácio VII, para que os herdeiros não desviem as possessões da igreja:
- O Celibato não se opõe ao Matrimônio que é um Sacramento da Igreja, e é fundamentado na Palavra de Jesus que diz: "há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos céus."(Mt 19,12. Conselho reforçado por São Paulo: "Pois quereria que todos fossem como eu..." (1Cor 7,7). A praxe do celibato sacerdotal tem suas raízes em 1Cor 7,32-34.
Na Igreja: Concílio de Elvira (Espanha) por volta do ano 300; proibia aos Bispos, sacerdotes e diáconos, sob pena de degradação, o uso do matrimônio e o desejo de ter prole (cânon 33). Concílio Ecumênico de Latrão-I em 1123: a todos os clérigos, a partir do subdiaconato, foi prescrito o celibato.



19) Em 1090 a invenção do rosário:
- O Rosário é um conjunto de orações: Credo ( = símbolo dos apóstolos); Pai-nosso (bíblico); Ave-Maria (bíblia + oração da Igreja)...

20) Em 1184 instituição da Santa Inquisição:
- Procedimento de toda a sociedade medieval. Houve também a inquisição protestante e o massacre calvinista e até hoje ainda vemos casos como este: “assim que os protestantes ficaram sabendo que eu retornei para o Catolicismo, muitos me procuraram e começaram a me ameaçar, fui até agredido fisicamente e hoje sou ameaçado de morte.” (Albertove, Ex- Pastor da Assembléia de Deus). Veja o testemunho completo no site:  www.recados.aarao.nom.br - Mais sobre Inquisição protestante no artigo "Respondendo aos Protestantes-item-VII", do site: www.dicionariodafe.com.br.



21) Em 1190 a venda de indulgências:
- A doutrina das indulgências têm fundamento bíblico em 2Sm 12,13-14. Já no Antigo Testamento aparecem claras as duas dimensões do pecado: A culpa e as penas. Quando Davi arrependeu-se o seu pecado: "Pequei contra o Senhor"(2Sm 12,13), o profeta Natã lhe disse: "O Senhor perdoa o teu pecado; não morrerás"(2Sm 12,13), mas acrescenta em seguida: "Todavia, como desprezaste o Senhor com essa ação, morrerá o filho que te nasceu" (2Sm 12,14). Aí estava a pena imposta pelo Senhor, embora o seu pecado tivesse sido perdoado, quanto à culpa.
      Quanto ao 'bom ladrão', é preciso dizer que Jesus é a única fonte de todo bem: Tanto para apagar a culpa como as penas do pecado. Por isso ele concedeu ao 'bom ladrão' os dois benefícios. Não sou eu que vou limitar a misericórdia de Jesus...



22) Em 1200 o pão da comunhão foi substituído pela hóstia:
- Pão existe é nas “ceias” protestantes...
- No Santo Sacrifício da Missa, após a consagração, a Hóstia é Jesus, e Jesus sendo Deus, deve ser adorado!
Desde que Jesus instituiu a Eucaristia na última 5ª feira, véspera de sua Paixão, foi assim: “Isto é o meu Corpo” (Mc 14,22; Lc 22,19).



23) Em 1215 criou-se a confissão:
- Desde o Antigo Testamento é prefigurado o sacramento da confissão (Nm 5,7; Eclo 4,31; Ne 9,2-6) e Jesus o instituiu: "Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20,23). Também Mt 3,6. Fica a pergunta: "Como os apóstolos poderão cumprir a ordem de Jesus de PERDOAR ou RETER os pecados de alguém, se ninguém lhes confessa esses pecados?".

24) Em 1215 o dogma da transubstanciação:
- A Igreja não “cria” dogmas. Depois de estudar em profundidade e ouvir o Espírito Santo a Igreja proclama doutrinas, como verdades definitivas, às quais chamamos de “dogma”. Transubstanciação significa a mudança de substância. É o que ocorre com o pão e o vinho que se convertem no Corpo e no Sangue de Jesus, pelas palavras do sacerdote na consagração, onde opera “in persona Christi” (na pessoa de Cristo). - Está fartamente fundamentada nas Escrituras e nos escritos dos primeiros cristãos.
Bíblia: Mc 14,22; Lc 22,19; 1Cor 11,24; Mt 26,28; Mc 14,24; Lc 22,20; 1Cor 11,25...
Tradição: "[Cristo] declarou o cálice, uma parte de criação, por ser seu próprio Sangue, pelo qual faz nosso sangue fluir; e o pão, uma parte de criação, ele estabeleceu como seu próprio Corpo, pelo qual Ele completa nossos corpos." (Santo Irineu de Lião, Contra Heresias, 180 d.C.).

25) Em 1220 a adoração da hóstia:
- A Hóstia consagrada é Jesus presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade (conf. Mc 14,22; Lc 22,19; 1Cor 11,24; Mt 26,28; Mc 14,24; Lc 22,20; 1Cor 11,25...). Portanto nela adoramos a Jesus, digno de toda honra, toda glória, todo louvor, desde agora e por todos os séculos...

26) Em 1229 a proibição da leitura da Bíblia pelos leigos:
- O que houve foi não foi proibição de leitura, mas o Concílio de Tolosa (França) proibiu traduções da Bíblia para o vernáculo para evitar erros, proibição retirada pelo Concílio da Tarragona (Espanha) em 1233). O Sínodo de Oxford (1408) proibiu a publicação e a leitura de textos vernáculos da Bíblia não autorizados. O mesmo se deu no Sínodo dos Bispos alemães em Mogúncia (1485), devido a confusão doutrinária criada por John Wiclef (1320-84). O Concílio de Trento (1545-1563) declarou autêntica a Vulgata latina, tradução devida a S. Jerônimo (+420) e decretou que as traduções da Bíblia deveriam conter o visto do Bispo diocesano, para se evitar abusos de tradução.
- É a Igreja exercendo seu papel de zelar pela fidelidade da doutrina conf. 2Tm 4,2; Tt 1,13.

27) Em 1245 o uso de sinos na missa:
- Apenas uma maneira de alertar os fiéis e reuni-los para as cerimônias religiosas. Que mal há nisto ou onde há proibição disto?

28) Em 1316 a instituição da reza Ave Maria:
- A Ave Maria é a saudação do anjo Gabriel a Maria:  Lc 1 e complementada pela Igreja no Concílio de Éfeso (431 AD).

29) Em 1414 a eliminação do vinho na comunhão:
Até hoje é servido, embora nem todo dia.



30) Em 1439 a doutrina do purgatório:
-  Mq 7,8-9; Mt 12,32; Mt 5,25-26; 1Cor 3,15. Quem tem poder de "ligar e desligar", é que definiu a doutrina que sempre foi crida. Como já disse a data é para por fim à discussão, pois a doutrina é considerada absolutamente certa e imutável. E a Bíblia está cheia de passagens alusivas à purificação pós-morte (=purgatório). Mais um esclarecimento: Não é a palavra que interessa, mas é o conceito o seu significado que é bíblico.



31) Em 1508 a Ave Maria oficialmente aprovada:
- Qual o documento? Sabemos que a Ave Maria tem sua primeira parte bíblica, na saudação do anjo Gabriel a Maria (Lc 1) e a complementação foi feita pela Igreja no Concílio de Éfeso (431 AD).

32) Em 1517 começa a reforma:
- Não rebatida.

33) Em 1545 a doutrina que equipara a tradição com a Bíblia:
- Na verdade isto já está na própria escritura...2Ts2,15: “ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa.”.
- A própria Bíblia diz que nem tudo está nela, ou porque Jesus não ensinou (Jo 16,12) ou porque não foi escrito (Jo 20,30; 21,25).
- Os concílios nada mais fazem que ratificar as verdades que sempre foram cridas.



34) Em 1546 os apócrifos foram incorporados ao cânon:
- Os apócrifos nunca foram incorporados ao Cânon. Há aí uma confusão com os deuterocanônicos. Mas reafirmamos que os deuterocanônicos também não foram acrescentados pela Igreja ao Cânon. Na realidade eles foram retirados pelos protestantes, pois já integravam a Bíblia desde o século IV (Concílio de Hipona, 393 AD). Somente no século XVI eles foram retirados da Bíblia protestante, mas a Bíblia Católica continua inalterada.



35) Em 1600 a invenção dos escapulários:
- A devoção do Escapulário foi pedida por Nossa Senhora, na sua aparição a São Simão Stock, em 1251.  

36) Em 1854 dogma da imaculada concepção de Maria:
- O dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria foi realmente promulgado pelo papa Pio IX em 1854. Como já se sabe, foi a confirmação de uma verdade que foi crida pela Igreja em todos os tempos desde os seus primórdios. A promulgação do dogma não “cria” a verdade, mas apenas a ratifica e coloca um termo às discussões sobre sua pertinência.

37) Em 1864 condenação da separação da igreja do estado:
- Desde o Aantigo Testamento Deus constituiu seu povo eleito e mandava ungir os reis para o seu governo. 1Sm 16,13; 1Rs 1,39...

38) Em 1870 foi declarada a infalibilidade papal por Pio IX:
- A Infalibilidade papal foi dada a Pedro por Jesus Mt 16,16-19 e Lc 22,32. O dogma não é criado em data "x'. A data de sua solene proclamação é apenas a colocação de um ponto final na discussão do assunto. Pois a Igreja já concluiu que "tal verdade" não pode ser negada nem no presente nem no futuro. Quanto ao caso específico: Infalibilidade. Ela sempre foi aceita, desde que Jesus proferiu solenemente a Pedro as palavras que estão em Mt 16,16-19. Portanto o dogma não é a criação de uma verdade, mas é antes de tudo, o encerramento da questão e a condenação de quem a negar: "Se, pois, alguém disser que o Apóstolo São Pedro não foi constituído por Jesus Cristo príncipe de todos os Apóstolos e chefe visível de toda a Igreja militante; ou disser que ele não recebeu direta e imediatamente do mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo o primado de verdadeira e própria jurisdição, mas apenas o primado de honra – seja excomungado" (Conc. Vaticano I,m Sessão IV, 18.07.1870).



39) Em 1950 o dogma da ascensão de Maria:

- Não é “ascensão”, mas “assunção” de Maria.
- O Espírito Santo inspirou a Igreja, conforme promessa de Jesus em Jo 14,16. É mais do que lógico, pois ela é IMACULADA = CHEIA DE GRAÇA - Conf. Lc l,28.
- A Assunção de Maria aos céus é uma verdade sempre crida em toda a caminhada da Igreja. Têm fundamento bíblico, pois aquela que é "Cheia de Graça" (Lc 1,28) não poderia experimentar a corrupção. O Salário do pecado é a morte. Jesus morreu por nossos pecados, pois não possui próprios, mas seu corpo não experimentou a corrupção. Maria também não teve pecado (sua concepção foi imaculada), então seu corpo, como o do seu Filho não experimentou a corrupção. Quem disse foi Pedro: "Roma locuta, causa finita". Pois ele recebeu de Jesus a autoridade para "ligar e desligar".



40) Em 1965 Maria é proclamada a Mãe da igreja:
- “Ele é a Cabeça do corpo, da Igreja” (Cl 1,18). Mãe de Cristo (Cabeça) é também mãe do Corpo (Igreja). Onde já se viu ser mãe da cabeça e não do corpo ?